O cafajeste tem sede por experiências novas, TODAS ELAS HETEROSSEXUAIS, SEMPRE!
Certa feita surgiu a oportunidade de realizar um ménage a trois, eu fui! Que coisa legal, se sentir importante, desejado pela mulher do outro que só quer te usar como ferramenta para ter o seu prazer. Isso é demais para um cafajeste.
Bom, cervejas, papos, olhares, caminho do crime! Chegamos, cervejas, papos, olhares, papos mais picantes e começamos a nos embolar, tal como um novelo de lã, cada vez mais intenso.
Foi um tal de palavras, gestos e atos tão indecentes e gostosos que o gozo não demorou a vir. É rápido e indolor. A mulher se torna a rainha e comanda tudo, decide a hora que quer gozar, a hora que você vai gozar. Cansou, troca de homem, quer gozar, volta para quem está mais inteiro. Você, cafajeste, se torna um mero coadjuvante daquela puta de momento que está só te usando. O ménage é a prova de fogo para o cafajeste. Gostas de usar e serás usado, gostas de ser o ator principal e serás coadjuvante. O melhor de tudo: acabou, tchau e benção! Até nunca mais, mesmo que seja daqui a dois dias a nova vida desse cafajeste e daquele casal, formado, até pouco tempo, por uma puta e um corno, mas agora por um homem decente e por uma mulher bem sucedida!
Oh coisa boa! Quero mais, mais e mais.
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